quarta-feira, 17 de abril de 2019

Página-a-página #177

 «-Como já te tinha dito, a liderança é a acção focalizada rumo a um propósito de valor. A liderança prende-se com a consciência de que a maior parte das vezes o impossivel é apenas o que nunca foi experimentado. A generalidade das pessoas pensa que um lider é um presidente, ou um administrador de uma empresa, mas a verdade é que a liderança não é sinónimo de posição hierarquica, ou seja, a liderança reside na acção. Os gestores da tua empresa podem ser excelentes lideres, os teus programadores podem ser excelentes lideres, os teus operários podem ser excelentes lideres. Nunca te esqueças Peter, que liderar é inspirar, estimular e influenciar. A liderança não consiste com a gestão de coisas, e sim no desenvolvimento das pessoas. »


Sabedoria e Liderança
Robin Sharma

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Uma boa história nunca acaba #180


Bohemian Rhapsody (2018). Musical. Biografia. Um filme autobiográfico sobre os Queen, uma das maiores bandas de rock de sempre. Apesar de ter Freddie Mercury como foco principal, é mostrada a amizade entre os seus elementos e as circunstâncias que os tornaram verdadeiros ícones do panorama musical da época. Um desses momentos cruciais acontece no concerto Live Aid, realizado no Estádio de Wembley (Londres), a 13 de Julho de 1985, onde Mercury - recebendo a ovação de uma plateia de quase 80 mil pessoas e vários milhões de espectadores em mais de 100 países -, abriu o espectáculo com "Bohemian Rhapsody". Essa actuação apoteótica é ainda hoje considerada uma das maiores “performances” da história do rock. Mercury viria a falecer devido a uma broncopneumonia, decorrente do síndrome da imunodeficiência adquirida humana (sida), de que era portador, em Londres, a 24 de Novembro de 1991. Tinha 45 anos. Sem dúvida um filme espectacular tanto para os fans da banda como para quem gosta de música e quer conhecer melhor quem foram os Queen. A não perder, sem dúvida! Muito bom desempenho dos actores!!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Histórias com história #18


La casa de papel ( 2017-). Um homem misterioso que se dá pelo nome de "Professor", está a planear o maior assalto do século. A fim de realizar o ambicioso plano ele recruta oito pessoas com certas habilidades e que não têm nada a perder. O objetivo é infiltrarem-se na Casa da Moeda da Espanha, de modo a que possam imprimir 2,4 bilhões de euros. Para fazer isso eles precisam de onze dias de reclusão, durante os quais vão ter que lidar com sessenta e sete reféns e as forças da Polícia de elite, com cenas de muita ação e planos brilhantes do Profesor, que acaba apaixonado pela policia que está encarregada do caso do assalto a casa da moeda. Sem dúvida uma grande série da Netflix que está actualmente à espera da sua terceira temporada. Sem dúvida, a não perder!!!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Página-a-página #176

«A felicidade sempre foi um negócio e uma obsessão. Os filósofos, desde que existem, tentam mostrar-nos o caminho. Assim como os padres. E os monges. E os ditadores. E os samanas. E os gimnosofistas. E os cientistas. E os nossos pais. Toda a gente quer encontrar a felicidade e, não sendo eles próprios felizes, pretendem enfiar a beatitude que não conquistaram pela goela dos outros. Quer um copo de água para empurrar? Pegam em discursos, em actos, em ramos de flores, em educação, em dinheiro, em poemas e canções e servem-nos o caminho para a felicidade. Educam-nos com histórias que terminam com o singelo "Foram felizes para sempre"(...) É que o amor corrige o mundo mas também aleija muito. Nesse processo, há dor e alegria, mas não o estado de euforia permanente. As pessoas felizes não são as pessoas que vivem a abanar a cauda. As pessoas felizes choram e temem e caem e magoam-se e gritam e esfolam os joelhos, porque a sua felicidade independe da roda da fortuna, do acaso, das circunstâncias.»

O princípio de Karenina
Afonso Cruz

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Uma boa história nunca acaba #179


A star is born (2018). Drama. Musical. Apesar de sobreviver à custa de um ordenado miserável como empregada de mesa, Ally nunca abandonou o sonho de se tornar uma estrela. Um dia, conhece Jackson Maine, um cantor consagrado com tendências autodestrutivas que reconhece o seu talento musical e resolve ajudá-la. Os dois apaixonam-se e vivem uma grande história de amor. Mas, ao mesmo tempo que ela começa a atingir o estrelato e a emocionar multidões, Maine torna-se vítima da implacável máquina que tem o poder de criar e destruir vedetas. Dominado pelo vício do álcool e drogas, Jackson inicia uma verdadeira descida aos infernos, deixando marcas profundas no seu relacionamento com Ally. Um drama musical que marca a estreia na realização do actor Bradley Cooper, que aqui também assume os papéis de argumentista e protagonista. Para além de Cooper, no elenco participam Lady Gaga, Andrew Dice Clay, Dave Chappelle e Sam Elliott. Sem dúvida um filme a não perder!!! Mesmo!

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Uma boa história nunca acaba #178


Girl with a pearl earring (2003). Biografia. Drama. Romance. Holanda, 1665. Depois do pai ficar cego na sequência de uma explosão, Griet, uma jovem de 17 anos, é obrigada a trabalhar para ajudar a família. Torna-se então criada na casa do pintor Johannes Vermeer. Vermeer é um perfeccionista, que demora meses a terminar os seus quadros. Gradualmente, Griet torna-se a sua inspiração, a sua musa. Essa inspiração dará origem a um dos mais belos quadros do grande mestre holandês, a "Rapariga com brinco de pérola", mas também a inúmeras perturbações familiares (Vermeer era casado) e pessoais. Scarlett Johansson e Colin Firth dão corpo aos protagonistas do filme - adaptado do "best-seller" da norte-americana Tracy Chevalier "Girl with a Pearl Earring" - com que o português Eduardo Serra está nomeado para o Óscar de Melhor Director de Fotografia. Um bom filme para quem gosta de romance histórico ou quem queira saber um pouco mais sobre um dos grandes pintores do sec XVII. Este blog aconselha!

sábado, 20 de janeiro de 2018

Uma boa história nunca acaba #177


45 years (2015). Drama. Romance. Apesar de nunca terem tido filhos, o casal Kate e Geoff Mercer são felizes. Com a festa do 45.º aniversário para organizar, ela está entusiasmada em celebrar a relação e tudo o que conquistaram ao longo dos anos em comum. Mas tudo se altera quando Geoff recebe uma carta da Suíça a informá-lo de que foi descoberto o cadáver de Katya, a namorada anterior a Kate, que morreu tragicamente em 1962 durante umas férias do casal, ao cair numa fissura de um glaciar. Aquela notícia abala-o de um modo inesperado, levando-o a voltar a fumar e a afastar-se de tudo o que se relaciona com a vida presente. Assim, à medida que se aproxima a data da celebração, o casal sente-se mergulhar cada vez mais nas histórias passadas. E esse exercício – perigoso para ambos – fá-los colocar em causa o futuro em comum… Um daqueles filmes que apetece ver num dia de chuva com a mantinha a aquecer. Recomenda-se!

domingo, 7 de janeiro de 2018

Uma boa história nunca acaba #176


The greatest showman (2017). Biografia. Drama. Musical. The Greatest Showman é um musical ousado e original que celebra o nascimento do show business e a sensação de maravilha que sentimos quando os sonhos ganham vida. Inspirado pela ambição e imaginação de PT Barnum, "The Greatest Showman" conta a história de um visionário que surgiu do nada para criar um espetáculo fascinante que se tornou uma sensação mundial. É dirigido pelo novo cineasta emocionante, Michael Gracey, com músicas dos vencedores do Oscar Benj Pasek e Justin Paul e estrelado por Hugh Jackman, Zac Efron, Michelle Williams, Rebecca Ferguson e Zendaya. Na minha opinião este filme é bastante bom a nível cinematográfico e a nível de transições de imagens foi muito bem pensado. No entanto peca um bocadinho a nível de fantasia, o que pode não agradar a muita gente, uma vez que recorda-nos os filmes da Disney. O desfecho foi bastante bom na minha opinião pelo que este é um filme que aconselho.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Podcasts de fotografia



Eis alguns podcasts  sobre fotografia todos eles gratuitos e disponíveis no iTunes. Escolher um podcast para acompanhar é algo que depende do nosso gosto pessoal portanto vale a pena ouvir algumas opções até descobrir quais as que mais têm a ver connosco. 

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Página-a-página #175

«Como já disse no capitulo sobre comida, o hygge é dar a si próprio e aos outros um mimo. É saborear o momento e os prazeres simples da boa comida e da boa companhia. É dar ao chocolate quente com natas batidas a atenção que ele merece. Em suma, indulgência. O hygge é o agora, como desfrutar do momento e tirar daí o maior partido. Acima de tudo, saborear é agradecer. Costumamos lembrar a nós mesmos para não tomas as coisas como dado adquirido. A gratidão é mais do que um simples "obrigado" quando se recebe uma prenda. É ter em mente que estamos a viver agora, focarmos o momento e apreciarmos a vida que temos, concentrarmos-nos em tudo o que temos em vez do que não temos. Lugares-comuns? Completamente.»

O livro do Hygge
Meik Wiking

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Página-a-página #174

«Quando fomos acampar, não havia necessidade de estarmos em mais lado nenhum. Estávamos offline. Sem telemóvel. Sem e-mail. Rodeados pela simplicidade, pela natureza e pela boa companhia, capazes de nos descontrairmos por completo e de absorvermos o momento. Todos os verões vou andar de barco com um dos meus melhores amigos e o seu pai. Não há muita coisa que mais me agrade do que estar ao leme, debaixo de velas brancas desfraldadas e céu azul, a ouvir a música que sai aos berros debaixo do tombadilho. Os momentos mais hygge destas viagens são quando estamos ancorados nos vários portos que visitamos. Após cada jantar, sentado-nos juntos a ver o pôr do sol no convés, a ouvir o vento ressoar nos mastros e no cordame dos barcos atracados e a bebericar um café irlandês... isto é hygge. (...) Para mim isso acontece em bangalós de verão. Em muitos aspetos, a vida num bangaló oferece todos os elementos, e as minhas recordações favoritas da infância incidem todas num bangaló que a minha familia tinha a meros dez quilometros da cidade, onde morávamos de maio a setembro. Nessa altura do ano, quando nem sequer faz escuro à noite, eu e o meu irmão tínhamos dias estivais sem fim. Subimos às arvores, apanhávamos peixe, jogávamos à bola, andávamos de bicicleta, desbravávamos túneis, dormíamos em casas nas arvores, escondiam-nos debaixo de barcos na praia, construirmos diques e fortes, treinávamos tiro ao arco, e procurávamos frutos silvestres e ouro nazi escondido na floresta. O bangaló tinha um terço do tamanho da nossa casa na cidade, a mobília era velha, a televisão a preto e branco com um ecrã de 14 polegadas e uma antena instável. Porém, era o lugar onde tinhamos mais hygge. Em muitos aspectos, foram os nossos tempos mais felizes e mais hygge. Creio que assim é porque os bangalós dispõem de todos os catalisadores do hygge: os aromas, os sons, a simplicidade. Quando ficamos num bangaló, há uma ligação mais forte à natureza e às pessoas. Um bangaló leva-nos a viver com mais simplicidade e vagar. Sair para o ar livre. Reunir-se com os outros. Desfrutar do momento.»

O livro do Hygge
Meik Wiking

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Uma boa história nunca acaba #175


At first sight (1999). Drama. Romance. Amy Benic trabalha como arquitecta em Nova Iorque, mas as férias obrigam-na a sair da cidade e, por isso, decide ir descansar para um balneário de águas termais. É lá que conhece Virgil Adamson, um massagista que ficou cego aos três anos de idade. Ele vai ensinhar-lhe a sentir o mundo de uma forma diferente. Mas, após uns dias de paixão, Amy decide curar Virgil e convence-o a ir com ela para Nova Iorque, onde terá que se submeter uma operação arriscada para recuperar a vista... Um filme cheio de reviravoltas que vale a pena ter em conta! Pode parecer um pouco cliché, e é, mas é inspirado numa história verídica e cativa-nos desde o primeiro momento. Faz-nos mudar a nossa percepção do mundo que nos rodeia e dá-nos uma visão (passo a expressão) do quão simples as coisas são na realidade. Este é sem dúvida um filme a não perder!