sábado, 1 de outubro de 2016
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Página-a-página #162
«Os livreiros, pelo menos até conseguirem ser replicados online, são o motivo por que as pequenas livrarias ainda existirão mesmo depois de o último levitação desaparecer, arpoado por um e-reader. As livrarias físicas são pontos de convergência para os espíritos e intelectos humanos. Os e-readers e as livrarias online não nos permitem contar a história por trás da compra de determinado livro. A Amazon não sabe, nem se interessa em saber, que queremos um romance erótico para distrair uma amiga durante as suas sessões de quimioterapia; que procuramos um livro sobre a confecção de bolos de casamento porque planeamos fazer um para a nossa futura nora, porque os pais dela não têm dinheiro para pagar o casamento, mas nunca na vida fizemos nenhum e estamos borrados de medo. Os donos de livrarias pequenas e independentes querem saber, interessam-se. Somos bons ouvintes. Provavelmente porque somos humanos, tal como as pessoas que nos compram livros. Talvez um dia os computadores venham a ser bons ouvintes também. Interrogo-me, isso fará do mundo um lugar melhor ou pior?»
A minha pequena livraria
Wendy Welch
domingo, 25 de setembro de 2016
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Uma boa história nunca acaba #163
Me before You (2016). Drama. Romance. Lou é uma rapariga alegre e inocente que nunca saiu da pequena cidade onde nasceu. Um dia, de modo a ajudar nas contas familiares, aceita emprego como assistente domiciliária de Will Traynor, filho único de uma família abastada que, devido a um grave acidente de mota alguns anos antes, ficou tetraplégico. Confinado a uma cadeira de rodas, Will, que até aí tinha sido um amante de aventura, foi perdendo o gosto pela vida, tornando-se deprimido, fechado em si mesmo e cínico na forma como vê tudo em seu redor. Porém, apesar de inicialmente difícil, a relação entre ambos vai-se tornando cada vez mais estreita e a alegria contagiante dela vai revelar-se um antídoto contra a depressão de Will, dando-lhe uma nova motivação para acordar a cada dia… Uma história dramática que marca a estreia em longa-metragem de Thea Sharrock e que adapta a obra homónima do inglês Jojo Moyes, também responsável pelo argumento. Mais um romance que este blog aconselha para quem gosta do género.
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Uma boa história nunca acaba #162
Spotlight (2015). Biografia. Crime. Drama. A equipa “Spotlight” do jornal “Boston Globe” era formada por um conceituado grupo de jornalistas de investigação. Em finais de 2001, vêem-se a braços com um caso em que vários padres da Igreja Católica são acusados de abusos sexuais a crianças da comunidade. Ao investigarem a fundo, dão-se conta de décadas de encobrimento que envolve os mais altos níveis das instituições da cidade de Boston, seja a nível religioso ou mesmo político. Decididos a mostrar a verdade e a levar os responsáveis a tribunal, a equipa de jornalistas empenha-se em encontrar provas irrefutáveis. Para isso, entrevista vítimas, procura dados de arquivo e contrapõe testemunhos ao mesmo tempo que se vê obrigada a fazer frente ao sigilo da instituição eclesiástica. Este caso de pedofilia, que chegou às primeiras páginas dos jornais de todo o Mundo, abalou profundamente a Igreja Católica. Desde então, vários casos similares foram tornados públicos, muitas vítimas contaram as suas histórias e muitos padres foram condenados. Com esta investigação, o jornal “Boston Globe” venceu o Prémio Pulitzer por serviço público. Vencedor do Oscar de melhor filme de 2015, este blog aconselha!
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
domingo, 21 de agosto de 2016
Uma boa história nunca acaba #161
The hours (2002). Drama. Romance. Este filme conta a história de três mulheres à procura de vidas com mais sentido. Cada uma delas vive numa época e num local diferente, mas as suas vidas interligam-se por pequenos fios de seda, jogos de correspondências, que só se revelarão no final. Virginia Woolf, num subúrbio de Londres no início dos anos 20, combate a loucura enquanto começa a escrever o seu primeiro grande romance: “Mrs. Dalloway”. Laura Brown é uma dona de casa que vive em Los Angeles, no final da II Guerra Mundial. Casada e com um filho chamado Richie, Laura começa a ler “Mrs. Dalloway” e a leitura torna-se tão reveladora que ameaça alterar de forma dramática a sua vida. Clarissa Vaughan, uma versão contemporânea da “Mrs. Dalloway” de Woolf, a quem os amigos tratam mesmo por Mrs. D., vive em Nova Iorque, nos anos 90. Richard, amigo de toda a vida, poeta brilhante, está a morrer de Sida. Um filme que se vai revelando aos poucos diante dos olhos do público. Este blog aconselha!
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Divulgando #41
Um projecto sobre a gratidão que visa tirar partido das pequenas coisas do dia-a-dia pelas quais estamos gratos. Um pouco como o projecto #100hapydays já mencionado aqui no blog mas que dura 365. Vale a pena dar uma vista de olhos pelo site bem como no vídeo!
domingo, 14 de agosto de 2016
Uma boa história nunca acaba #160
As good as it gets (1997). Comédia. Drama. Romance. Jack Nicholson vive um de seus papéis mais divertidos como o obsessivo-compulsivo Melvin, um homem sem amigos e cheio de manias que desenvolve uma amizade incomum com uma empregada de mesa, que considera-o desprezível. Quando ela precisa de deixar o emprego para cuidar do filho, a sua tranquilidade é abalada e ele precisa de tomar uma atitude. Uma comédia a não perder!
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
sábado, 6 de agosto de 2016
Página-a-página #161
«-O que aumenta o medo e o desejo é a ignorância. É por isso que, muitas vezes, as pessoas ricas e com muito dinheiro têm mais medo à medida que ficam mais ricas. O dinheiro é a cenoura, a ilusão. Se o burro conseguisse entender todo o contexto, poderia pensar duas vezes antes de correr atrás dela.
O pai rico explicou que a vida humana é uma luta entre a ignorância e o esclarecimento. Explicou que, ao deixarmos de procurar informação e conhecimento sobre nós mesmos, instala-se a ignorância. A luta é uma decisão tomada momento após momento, de aprender a abrir ou a fechar a própria mente.
-A escola é muito, muito importante. Vocês vão à escola para aprenderem uma competência ou uma profissão e poderem tornar-se membros úteis da sociedade. Cada cultura necessita de professores, médicos, artistas, cozinheiros, homens de negócios, polícias, bombeiros, soldados. A escola treina-nos para que a nossa cultura possa florescer - disse o pai rico. - Infelizmente, para muita gente, a escola é o fim e não o início.»
Pai rico, pai pobre
Robert T. Kiyosaki
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
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